Agente de turismo comenta nossa matéria sobre turismo religioso

Correio do leitorPrezado Sr Redator,

Bom Dia.

Concordo em quase todo seu artigo publicado, entretanto como agente de viagens e representante de uma pequena agência de viagens em Salvador, óbvio que as grandes operadoras poderiam aproveitar mais ainda este segmento que cresce a cada dia, porém se não dão a devida atenção ou prestígio, poderiam incentivar através das associações representativa das agencias(ABAV) uma melhor investida em publicidade ou mesmos aquelas pequenas agencias não vinculadas a associações, deveriam ter oportunidade em divulgar seus roteiros religiosos através de mídias impressa ou digital vinculadas as dioceses ou arquidiocese das suas cidades.

Atenciosamente,

Carlos Triunfo

 

Prezado Carlos,

Muito obrigado pela sua participação comentando a matéria “Turismo religioso esbarra em círculo vicioso para crescer” e por ler a Viagens de Fé, a publicação brasileira sobre turismo religioso.

É muito importante que, como você fez, outros agentes de viagem que também são nossos leitores exponham as suas necessidades e opiniões.

É justamente para permitir essa interação que disponibilizamos espaços para comentários e o Correio do Leitor, que também divulga o que é recebido através de e-mail ou ligações telefônicas

Desde o princípio a Viagens de Fé tem defendido o agente viagens e o indicado como o parceiro mais recomendado para quem deseja fazer uma viagem de turismo religioso, principalmente os associados às ABAVs e às outras organizações profissionais regionais, como AVIESP, AVIRRP e outras.

Sabemos e temos procurado explicar aos nossos leitores que o consumidor só tem vantagens ao usar os serviços de um profissional especializado de uma agência de viagens.

No caso das operadoras, nossa recomendação tem sido no sentido de seja dada preferência àquelas associadas à BRAZTOA.

Em um  mercado cada vez mais competitivo, em que os agentes têm de concorrer com agências de viagem virtuais e têm a sua remuneração diminuída nos produtos mais tradicionais, nos parece lógico que sejam apoiados pelas entidades que os representam na sua busca de novos segmentos para explorar.

Nos parece lógico, portanto, que essas entidades ajudem os agentes a conhecer melhor e explorar o mercado de turismo religioso, investindo em cursos de qualificação, em divulgação e até em dar mais destaque ao segmento nos eventos que organizam.

Como foi exposto da matéria, sabemos que para crescer o turismo religioso precisa ser conhecido e vendido pelas agências de todo o país.

Não temos dúvidas de que em breve as operadoras passarão a promover mais os seus roteiros de turismo religioso e a realizar treinamentos para os agentes, como já fazem com seus outros produtos.

No tocante à divulgação desse produtos pelas agências nas mídias mantidas por Arquidioceses, Dioceses ou Paróquias, acreditamos que isso faça parte de um conjunto de ações que devem incluir aproximação, compreensão de necessidades e apoio, inclusive com investimento publicitário, se for o caso.  

A agência, qualquer que seja o seu porte, deve aprender a se relacionar com esse público e a cultivá-lo.  Como, aliás, já é prática comum quando se trata de outros públicos, como por exemplo, funcionários de uma determinada empresa ou membros de um clube social ou esportivo.

Em breve estaremos lançando uma newsletter sobre turismo religioso voltada exclusivamente para agências e operadoras, discutindo esse assunto em maior profundidade e apontando caminhos para que o mercado cresça e se fortaleça.

Continue participando e compartilhando a sua opinião!

Abraços,

Amadeu Castanho

 

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